Henrique Alves jura que sua tese nada tem a ver com a chance de
conquistar mais espaço na para o PMDB na Esplanada e calcula que entre
doze e quinze ministros deixarão o cargo no início de 2014 para disputar
as eleições. A partir daí, o próprio explica e aproveita para sugerir o
tão propalado enxugamento:
- Quando um ministro assume em fevereiro, por exemplo, o orçamento já
está definido e o antecessor já estabeleceu todas as prioridades da
pasta para aquele ano. Por que não fazer (a reforma) agora, depois do
recesso? E aproveita para dar uma enxugadinha, tirando um ou outro
(ministério).
DETALHE – Reforma ministerial? Eis um tema que, tão
cedo, a presidente Dilma Rousseff não vai mexer. E nem adianta a turma
da imprensa local querer indagá-la sobre o assunto. Alás, não há
previsão de entrevista de Dilma nesta visita dela a Fortaleza, nesta
quinta-feira.
Da Redação
Gomes Silveira
Fonte:Eliomar de Lima
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