Em entrevista exclusiva à TV O POVO, o
governador Cid Gomes disse que, se depender dele, o PSB não lançará
candidatura própria à Prefeitura
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Se depender do governador Cid Gomes,
o PSB não terá candidato próprio a prefeito de Fortaleza e manterá a
aliança com o PT. “Pelo meu gosto, a gente faz uma aliança com os
partidos e faremos uma candidatura só”, disse, em entrevista exclusiva
ao programa Studio News, na TV O POVO, na noite de ontem. Segundo ele, a
chance de o PSB ter candidato próprio é nenhuma, em hipótese alguma, no
que depender dele. No entanto, ele deixou claro que exigirá alguns
critérios para a definição do candidato que desejar seu apoio.
“Para
isso é fundamental que o nome, na ordem cronológica, primeiro consiga
fazer aliança partidária, a mais ampla possível”. O que significa, de
acordo com o governador, que seja candidato do agrado dos partidos que
integram a coalizão. “Mas, fundamentalmente, que, no momento da
campanha, seja nome que inspire na população confiança”, acrescentou o
segundo critério.
Cid disse ainda não ter sido comunicado
oficialmente de nada em relação aos recentes encaminhamentos do PT e,
por isso, não quis comentar se algum dos cinco nomes que estão na nova
lista petista se encaixaria nesses critérios. Na noite de segunda-feira,
a direção estadual e a municipal do PT enxugaram a lista original de 13
pré-candidatos para cinco: Acrísio Sena, Artur Bruno, Camilo Santana,
Elmano de Freitas e Guilherme Sampaio. Há chances de José Pimentel
também ser incluído.
Sobre o silêncio durante a greve dos
policiais militares, que paralisou Fortaleza e outras cidades do Estado
no último dia 3, Cid argumentou que não havia o que dizer naquele
momento. “Eu só poderia ir para público e dizer que a população tem
segurança se eu estivesse seguro, realmente, de que teria segurança para
a população. E eu não estava seguro”.
O governador explicou
que, no auge da crise, priorizou três frentes: manter canais de diálogo
com os policiais militares, assegurar a segurança da população e
trabalhar a comunicação. “Foi a nossa grande falha”, reconheceu, em
relação ao último ponto.
Segundo Cid, a situação que a cidade
viveu naquela terça-feira foi motivada por “muita invenção e muito
terrorismo”. “Na segunda-feira, as coisas aconteceram dentro da
tranqüilidade. Na terça-feira, houve mais que atos de violência. Se for
olhar as estatísticas, não há grandes alterações. Aconteceu foi
boataria”, resumiu.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:O Povo
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