Manaus Um apagão no sistema de energia atingiu a cidade de Manaus na tarde de ontem e afetou cerca de 1,8 milhão de habitantes.
O blecaute atingiu os serviços de celulares e internet, além de sinalização do trânsito, o comércio e a indústria.
O motivo do blecaute era desconhecido até o fechamento desta edição, segundo a Amazonas Energia, subsidiária da Eletrobras. Às 19h30 (horário de Brasília), a luz já havia sido reestabelecida em 90% da área afetada.
O fornecimento de energia na cidade é realizado por térmicas a óleo combustível e a gás natural.
Em outubro, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) prometeu acabar com os apagões em Manaus no prazo máximo de seis meses a partir do início da transmissão de energia gerada pela hidrelétrica de Tucuruí, no Estado do Pará.
"As interrupções de energia a partir desse momento desaparecerão", disse o ministro, após visitar a subestação Lechuga (a 30 km do centro de Manaus). "É nossa firme convicção."
A subestação vai interligar a usina de Tucuruí por meio de linhão de 1.800 quilômetros.
O blecaute atingiu os serviços de celulares e internet, além de sinalização do trânsito, comércio e indústria.
A Secretaria Estadual de Educação liberou funcionários e alunos. Técnicos estão trabalhando para recompor o sistema em linhas de distribuição.
Incêndio
Na favela Arthur Bernardes, localizada na zona oeste de Manaus, um outro problema afetou 545 famílias que ficaram desabrigadas. Um incêndio atingiu a moradia de cerca de 2.000 pessoas, segundo a prefeitura da capital amazonense. Não houve registro de feridos. Há indícios de que um curto circuito em uma casa desencadeou as chamas.
O blecaute atingiu os serviços de celulares e internet, além de sinalização do trânsito, o comércio e a indústria.
O motivo do blecaute era desconhecido até o fechamento desta edição, segundo a Amazonas Energia, subsidiária da Eletrobras. Às 19h30 (horário de Brasília), a luz já havia sido reestabelecida em 90% da área afetada.
O fornecimento de energia na cidade é realizado por térmicas a óleo combustível e a gás natural.
Em outubro, o ministro Edison Lobão (Minas e Energia) prometeu acabar com os apagões em Manaus no prazo máximo de seis meses a partir do início da transmissão de energia gerada pela hidrelétrica de Tucuruí, no Estado do Pará.
"As interrupções de energia a partir desse momento desaparecerão", disse o ministro, após visitar a subestação Lechuga (a 30 km do centro de Manaus). "É nossa firme convicção."
A subestação vai interligar a usina de Tucuruí por meio de linhão de 1.800 quilômetros.
O blecaute atingiu os serviços de celulares e internet, além de sinalização do trânsito, comércio e indústria.
A Secretaria Estadual de Educação liberou funcionários e alunos. Técnicos estão trabalhando para recompor o sistema em linhas de distribuição.
Incêndio
Na favela Arthur Bernardes, localizada na zona oeste de Manaus, um outro problema afetou 545 famílias que ficaram desabrigadas. Um incêndio atingiu a moradia de cerca de 2.000 pessoas, segundo a prefeitura da capital amazonense. Não houve registro de feridos. Há indícios de que um curto circuito em uma casa desencadeou as chamas.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste
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