Cerca de 3.200 servidores públicos do Poder Judiciário do Ceará,
excluindo os oficiais de Justiça, paralisaram as atividades durante todo
o dia de ontem. No Fórum Clóvis Bevilaqua, que possui 108 varas, os
serviços foram reduzidos, funcionando apenas com 30% do atendimento.
Setores como o de distribuição, que encaminha os processos às respectivas varas, ficaram totalmente parados. A área possui 18 funcionários. Em média, cada um distribui cerca de 30 processos por dia, segundo estimativa do coordenador-geral do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Ceará (Sindjustiça), Roberto Fontenele.
As manifestações, que ocorreram em todo o Estado, foram motivadas pela declaração do secretário da Fazenda, Mauro Filho, sobre um possível corte nas despesas do Estado, o que acarretaria na inviabilidade do cumprimento da Proposta Orçamentária 2013 do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). A paralisação teve como objetivo pressionar o Executivo e o Legislativo estadual a manterem o documento.
Segundo a assessoria do Fórum, o protesto não prejudicou a população. Já o TJCE considerou que a manifestação não foi contra o Judiciário, e que espera que a Assembleia aprove a proposta orçamentária. A assessoria da Secretaria da Fazenda afirmou que Mauro Filho não se pronunciaria, pois a medida é uma determinação de governo.
Setores como o de distribuição, que encaminha os processos às respectivas varas, ficaram totalmente parados. A área possui 18 funcionários. Em média, cada um distribui cerca de 30 processos por dia, segundo estimativa do coordenador-geral do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Ceará (Sindjustiça), Roberto Fontenele.
As manifestações, que ocorreram em todo o Estado, foram motivadas pela declaração do secretário da Fazenda, Mauro Filho, sobre um possível corte nas despesas do Estado, o que acarretaria na inviabilidade do cumprimento da Proposta Orçamentária 2013 do Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE). A paralisação teve como objetivo pressionar o Executivo e o Legislativo estadual a manterem o documento.
Segundo a assessoria do Fórum, o protesto não prejudicou a população. Já o TJCE considerou que a manifestação não foi contra o Judiciário, e que espera que a Assembleia aprove a proposta orçamentária. A assessoria da Secretaria da Fazenda afirmou que Mauro Filho não se pronunciaria, pois a medida é uma determinação de governo.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Diário do Nordeste
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