O Ministério Público Estadual e Polícia Civil estão cumprindo,
nesta manhã de quarta-feira, mandados de prisão preventiva contra
quatro advogados militantes na Comarca de Trairi (Litoral Oeste). São
eles: Guilherme de Araripe Nogueira, José Eloísio Maramaldo Gouveia
Filho, Caroline Gondim Lima e Manoel Carneiro Filho. As ordens de prisão
foram decretadas pelo juiz Fernando Teles de Paula Lima por ocasião de
uma denúncia criminal formulada pelo Ministério Público, que vinha
realizando investigação conjunta com a Polícia Civil em Trairi, através
do delegado Edmo Leite.
De acordo com a Promotoria de Trairi, os advogados estão sendo processados por integrarem uma quadrilha jurídica, que, entre os anos de 2009 e 2012, cometeu 21 crimes de apropriação indébita. Isso resultou na retenção indevida de R$ 631.321,31 (Seiscentos e trinta e um mil, trezentos e vinte e um reais e trinta e um centavos). Foi constatado que os réus se apropriavam dos valores pertencentes às partes em até 90% das indenizações concedidas pelo Poder Judiciário. Além disso, constatou-se que os acusados orientavam as partes a não revelarem o recebimento das indenizações, como forma de ocultar os crimes.
É importante frisar que os advogados Guilherme de Araripe Nogueira, José Eloisio Maramaldo Gouveia Filho e Caroline Gondim Lima também foram alvos da “Operação Trairi Limpo II”, quando se constatou que eles possuíam envolvimento direto com as fraudes licitatórias naquele município, tendo sido decretadas à época as prisões temporárias e preventivas deles. Já os advogados Manoel Carneiro Filho e Guilherme de Araripe Nogueira são investigados também pela atuação ilegal de Associações Nacionais de Defesa do Consumidor em Trairi, fato apurado perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que resultou no afastamento liminar do juiz Nathanael Cônsoli em 4 de setembro deste ano.
De acordo com a Promotoria de Trairi, os advogados estão sendo processados por integrarem uma quadrilha jurídica, que, entre os anos de 2009 e 2012, cometeu 21 crimes de apropriação indébita. Isso resultou na retenção indevida de R$ 631.321,31 (Seiscentos e trinta e um mil, trezentos e vinte e um reais e trinta e um centavos). Foi constatado que os réus se apropriavam dos valores pertencentes às partes em até 90% das indenizações concedidas pelo Poder Judiciário. Além disso, constatou-se que os acusados orientavam as partes a não revelarem o recebimento das indenizações, como forma de ocultar os crimes.
É importante frisar que os advogados Guilherme de Araripe Nogueira, José Eloisio Maramaldo Gouveia Filho e Caroline Gondim Lima também foram alvos da “Operação Trairi Limpo II”, quando se constatou que eles possuíam envolvimento direto com as fraudes licitatórias naquele município, tendo sido decretadas à época as prisões temporárias e preventivas deles. Já os advogados Manoel Carneiro Filho e Guilherme de Araripe Nogueira são investigados também pela atuação ilegal de Associações Nacionais de Defesa do Consumidor em Trairi, fato apurado perante o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e que resultou no afastamento liminar do juiz Nathanael Cônsoli em 4 de setembro deste ano.
Postada:Gomes Silveira
Fonte:Eliomar de Lima
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