Para Marina, quem não for ficha limpa será um “corpo estranho” dentro do novo partido. “Não vai ser a Marina colocando gente para fora e para dentro. Vai ser a própria Rede que vai se encarregar de fazer a rejeição desse organismo, que com certeza será um corpo estranho a ela.”
A ex-senadora também destacou que o estatuto do seu novo partido tenta antecipar regras que seriam colocadas em prática caso houvesse uma reforma no sistema político brasileiro. Ela citou o exemplo de fixar um teto no valor das doações de campanha como uma alternativa ao financiamento público eleitoral defendido pela sigla. “A gente fala em financiamento público de campanha, mas infelizmente ele ainda não veio. Então nós decidimos colocar um teto limitando a contribuição tanto de pessoa física quanto de pessoa jurídica. Se a gente não começar a fazer as mudanças que a gente quer que aconteça, vamos ficar sempre no mesmo lugar”. Quanto às críticas de que a sigla teria ideias utópicas, afirmou encarar com normalidade esse “estranhamento”.
Postada:Gomes Silveira
Fonte: O Povo
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