"E
se tivesse ido à final do Cearense contra o Guarany?"; "Se tivesse
vencido o Luverdense na Copa do Brasil e fosse enfrentar o Corinthians,
no Castelão cheio?"; "Mas se por acaso tivesse passado pelo Campinense,
no Nordestão?". " Ou se tivesse passado pelo Sampaio Corrêa e,
engrenando, chegasse à decisão?".
Além da ressaca moral, o Fortaleza tem de conviver com um fator condicional que maltrata o seu torcedor e quem trabalha no dia a dia do clube. As quatro grandes derrotas do Tricolor no ano podem ter lhe custado uma receita líquida de até R$ 4,6 milhões, segundo levantamento da reportagem. Dinheiro que certamente fará falta nos mais de 60 dias sem futebol profissional no Pici doravante até o início do Estadual em janeiro de 2014.
O primeiro baque financeiro foi no dia 3 de março, quando o Campinense tirou o Leão da final da competição regional. Após perder o primeiro jogo por 2 a 1, o time paraibano venceu o tricolor cearense por 1 a 0. Os cearenses deixaram de faturar R$ 400 mil ou R$ 800 mil de cota, caso fosse vice-campeão ou conquistasse o torneio regional, respectivamente. Sem falar na renda de seu mando de campo, que poderia ser superior a R$ 500 mil em uma finalíssima de Copa do Nordeste. O valor é estimado com base na arrecadação de um Castelão lotado como no último domingo contra o Sampaio Corrêa, quando o Leão faturou R$ 566 mil líquidos.
Cearense e Nordeste
O Tricolor do Pici também perdeu uma renda similar ou até maior por não ter ido à final do Campeonato Cearense 2013 contra o Guarany de Sobral.
Perder por 3 a 1 para o maior rival no dia 12 de maio foi dolorido na alma do torcedor tricolor e no bolso de quem administra o clube. Tendo uma final com presença praticamente de torcida única, o Vovô colocou 51.619 pagantes e recebeu líquido R$ 654 mil. Valor que poderia ter entrado na conta bancária do time do Pici, se a equipe tivesse rendido dentro de campo.
O Fortaleza ainda teria duas competições para se recuperar moralmente e também financeiramente. A Copa do Brasil foi a primeira dessas oportunidades. O Leão, porém, perdeu para o Luverdense do Mato Grosso. No fatídico dia 18 de julho, o Tricolor padeceu por 2 a 1, em Lucas do Rio Verde (MT), e, com a derrota, deixaria de faturar mais de R$ 1,1 milhão, contabilizando a renda integral de um possível jogo no Castelão lotado contra o Corinthians (R$ 600 mil) e o valor de R$ 500 mil de cota para quem chegasse à quarta etapa da segunda mais importante competição nacional.
Mas o maior "se" de todos nesta temporada para o Fortaleza ocorreu mesmo no Campeonato Brasileiro da Série C. Os cofres do Leão poderiam engordar outros R$ 1,6 milhão só de renda advinda de público no Castelão. Bastaria a torcida tricolor voltar a "entupir" o estádio como o fez contra o Sampaio Corrêa por mais três vezes. Nas quartas de final, contra o Betim, na semifinal e na finalíssima.
Alto custo
O presidente do clube, Osmar Baquit, concedeu entrevista coletiva ontem, quando lamentou todos os fatos ocorridos neste ano. O mandatário lembrou que o clube enfrentará dois meses sem renda, nos quais necessitará se manter em atividade. "O Fortaleza precisa de R$ 25 mil por dia para atender a todas as necessidades, como alimentação, fornecedores, entre outros", disse.
Para Baquit, esperança é disputar Copa do Brasil
Muito embora possa estar perdendo pontos no ranking da CBF, por estar há quatro anos na Série C, o Fortaleza tem esperanças de participar da Copa do Brasil de 2014. "Temos esperança de entrar pelo ranking ou por algum convite da CBF", almejou o presidente do Tricolor.
Presidente diz que clube gastou para trazer técnicos de renome, como Hélio dos Anjos FOTO: KLEBER ALVES GONÇALVES
Baquit concedeu entrevista coletiva, segundo ele, não para lançar desculpas pelo insucesso do time na Série C e demais competições, mas para mostrar que a diretoria fez de tudo para que o time conquistasse o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro.
"Tudo o que era possível fazer essa diretoria fez. Trouxemos treinador de Série A, que foi o Hélio dos Anjos, mas infelizmente não deu certo. Veio um especialista em acesso, que foi campeão brasileiro da Série C, e também não deu certo. Para se ter uma ideia, só a classificação do time diante do Sampaio Corrêa iria valer para os jogadores R$ 170 mil de gratificação", revelou o dirigente tricolor.
Dentro da contabilidade do ano, a renda do jogo contra o Sampaio foi de R$ 940.357,00 para 57 mil presentes. Destes, o Leão ficou com R$ 566.260,32.
Além da ressaca moral, o Fortaleza tem de conviver com um fator condicional que maltrata o seu torcedor e quem trabalha no dia a dia do clube. As quatro grandes derrotas do Tricolor no ano podem ter lhe custado uma receita líquida de até R$ 4,6 milhões, segundo levantamento da reportagem. Dinheiro que certamente fará falta nos mais de 60 dias sem futebol profissional no Pici doravante até o início do Estadual em janeiro de 2014.
O primeiro baque financeiro foi no dia 3 de março, quando o Campinense tirou o Leão da final da competição regional. Após perder o primeiro jogo por 2 a 1, o time paraibano venceu o tricolor cearense por 1 a 0. Os cearenses deixaram de faturar R$ 400 mil ou R$ 800 mil de cota, caso fosse vice-campeão ou conquistasse o torneio regional, respectivamente. Sem falar na renda de seu mando de campo, que poderia ser superior a R$ 500 mil em uma finalíssima de Copa do Nordeste. O valor é estimado com base na arrecadação de um Castelão lotado como no último domingo contra o Sampaio Corrêa, quando o Leão faturou R$ 566 mil líquidos.
Cearense e Nordeste
O Tricolor do Pici também perdeu uma renda similar ou até maior por não ter ido à final do Campeonato Cearense 2013 contra o Guarany de Sobral.
Perder por 3 a 1 para o maior rival no dia 12 de maio foi dolorido na alma do torcedor tricolor e no bolso de quem administra o clube. Tendo uma final com presença praticamente de torcida única, o Vovô colocou 51.619 pagantes e recebeu líquido R$ 654 mil. Valor que poderia ter entrado na conta bancária do time do Pici, se a equipe tivesse rendido dentro de campo.
O Fortaleza ainda teria duas competições para se recuperar moralmente e também financeiramente. A Copa do Brasil foi a primeira dessas oportunidades. O Leão, porém, perdeu para o Luverdense do Mato Grosso. No fatídico dia 18 de julho, o Tricolor padeceu por 2 a 1, em Lucas do Rio Verde (MT), e, com a derrota, deixaria de faturar mais de R$ 1,1 milhão, contabilizando a renda integral de um possível jogo no Castelão lotado contra o Corinthians (R$ 600 mil) e o valor de R$ 500 mil de cota para quem chegasse à quarta etapa da segunda mais importante competição nacional.
Mas o maior "se" de todos nesta temporada para o Fortaleza ocorreu mesmo no Campeonato Brasileiro da Série C. Os cofres do Leão poderiam engordar outros R$ 1,6 milhão só de renda advinda de público no Castelão. Bastaria a torcida tricolor voltar a "entupir" o estádio como o fez contra o Sampaio Corrêa por mais três vezes. Nas quartas de final, contra o Betim, na semifinal e na finalíssima.
Alto custo
O presidente do clube, Osmar Baquit, concedeu entrevista coletiva ontem, quando lamentou todos os fatos ocorridos neste ano. O mandatário lembrou que o clube enfrentará dois meses sem renda, nos quais necessitará se manter em atividade. "O Fortaleza precisa de R$ 25 mil por dia para atender a todas as necessidades, como alimentação, fornecedores, entre outros", disse.
Para Baquit, esperança é disputar Copa do Brasil
Muito embora possa estar perdendo pontos no ranking da CBF, por estar há quatro anos na Série C, o Fortaleza tem esperanças de participar da Copa do Brasil de 2014. "Temos esperança de entrar pelo ranking ou por algum convite da CBF", almejou o presidente do Tricolor.
Baquit concedeu entrevista coletiva, segundo ele, não para lançar desculpas pelo insucesso do time na Série C e demais competições, mas para mostrar que a diretoria fez de tudo para que o time conquistasse o acesso à Série B do Campeonato Brasileiro.
"Tudo o que era possível fazer essa diretoria fez. Trouxemos treinador de Série A, que foi o Hélio dos Anjos, mas infelizmente não deu certo. Veio um especialista em acesso, que foi campeão brasileiro da Série C, e também não deu certo. Para se ter uma ideia, só a classificação do time diante do Sampaio Corrêa iria valer para os jogadores R$ 170 mil de gratificação", revelou o dirigente tricolor.
Dentro da contabilidade do ano, a renda do jogo contra o Sampaio foi de R$ 940.357,00 para 57 mil presentes. Destes, o Leão ficou com R$ 566.260,32.
Sugestão de Reportagens: (88) 9669.4755 Tim (88) ou (88) 92026830 Claro (88) 81212265 Vivo (88) Oi 88188647 -(88) 34121595 Fixo ( 88) 94463128 Claro,falar com Ingrid Lima - email - centralquixada@gmail.com,centraldenoticias@bol.com.br e gomessilveira13@gmail.com
Da Redação
Edição:Ingrid Lima
Fonte:DN

Nenhum comentário:
Postar um comentário