Em seu pronunciamento na Assembleia Legislativa, ontem, o deputado
Carlomano Marques (PMDB) se congratulou com a aprovação da medida que
institui o Programa Mais Médicos no Brasil. No entanto, o parlamentar
defendeu que haja maior rigor na escolha dos profissionais que passarão a
atender a população do País para evitar erros médicos devido às
dificuldades de entendimento entre paciente e profissionais.
Ele relatou exemplos de erros médicos que já aconteceram desde que o Programa foi instituído em alguns municípios. Ele solicitou ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que acompanhe os profissionais que aderiram ao projeto. Ele citou uma reportagem do jornal O Globo que relata a indicação de suposta superdosagem de antibiótico prescrita por um médico estrangeiro a um paciente no Rio Grande do Sul.
De acordo com a matéria, o caso está sendo investigado pelo Ministério da Saúde e se configura como um erro grave, segundo informou Marques. O peemedebista voltou a dizer que o problema não é apenas médico, mas causado por uma dificuldade de entendimento entre os profissionais de medicina e a população brasileira que necessita desses serviços.
"É preciso que o Conselho Regional de Medicina acompanhe rigorosamente o trabalho desses profissionais. O programa tem seu valor, mas os médicos têm que dominar a maneira de se expressar do brasileiro. É preciso que o médico tenha condição de perguntar, entender e ser entendido", salientou.
Conforme informou, a Medida Provisória (MP) que institui o programa tem suas deficiências do ponto de vista da contratação, mas é importante quando exige que os profissionais fiquem um ou dois anos na saúde pública para que possam fazer residência.
Ele relatou exemplos de erros médicos que já aconteceram desde que o Programa foi instituído em alguns municípios. Ele solicitou ao Conselho Regional de Medicina (CRM) que acompanhe os profissionais que aderiram ao projeto. Ele citou uma reportagem do jornal O Globo que relata a indicação de suposta superdosagem de antibiótico prescrita por um médico estrangeiro a um paciente no Rio Grande do Sul.
De acordo com a matéria, o caso está sendo investigado pelo Ministério da Saúde e se configura como um erro grave, segundo informou Marques. O peemedebista voltou a dizer que o problema não é apenas médico, mas causado por uma dificuldade de entendimento entre os profissionais de medicina e a população brasileira que necessita desses serviços.
"É preciso que o Conselho Regional de Medicina acompanhe rigorosamente o trabalho desses profissionais. O programa tem seu valor, mas os médicos têm que dominar a maneira de se expressar do brasileiro. É preciso que o médico tenha condição de perguntar, entender e ser entendido", salientou.
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Da Redação
Edição:Ingrid Lima
Fonte:DN

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