

“Peço desculpas aos colegas e à sociedade brasileira por essa dificuldade que enfrentamos, mas esclareço que não houve nenhum tipo de comprometimento para fidedignidade do voto, para a fidelidade da manifestação da vontade popular”, garantiu.
O presidente explicou que o resultado da votação é definido na urna eletrônica e não há como os votos serem alterados durante o processo de envio dos dados para o TSE, que realiza a totalização, ou seja, a soma dos votos recebidos pelos candidatos em todo o país.
Segundo o ministro, os partidos políticos podem checar se os votos dados aos candidatos foram totalizados por meio do boletim de urna, o relatório impresso afixado na porta das seções eleitorais após o fim da votação.
“Nunca aconteceu de haver uma inconsistência entre uma coisa e outra. Portanto, houve um pequeno atraso para a totalização dos 113 milhões de votos, que foi totalmente irrelevante para a fidelidade do resultado que foi divulgado”, afirmou.
Segundo o TSE, o atraso na divulgação dos resultados foi causado por uma falha no sistema de inteligência artificial de um computador. O supercomputador responsável pela totalização e divulgação dos votos chegou ao tribunal em agosto, devido à pandemia da covid-19, e não houve tempo suficiente para fazer todos os testes antes do primeiro turno. O equipamento foi comprado em março.
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