O Supremo Tribunal Federal (STF) já havia declarado a parcialidade de Moro e anulado as condenações do ex-presidente no âmbito da operação, permitindo que Lula esteja livre para se candidatar à Presidência em 2022. Mas, ainda assim, o processo continuou nas instâncias internacionais. Foram duas as decisões do STF. A corte considerou Moro parcial e anulou as condenações de Lula por decidir que os casos não deveriam ter ficado com a Justiça do Paraná.
Direitos políticos
Conforme o colunista do portal UOL Jamil Chade, em agosto de 2018 o comitê foi favorável a Lula, concedendo medidas cautelares. E pediu às autoridades brasileiras que mantivessem os direitos políticos de Lula até que seu caso fosse avaliado pelo STF e que o mérito do caso fosse tratado em Genebra. Mas o governo ignorou.
O tema entrou na agenda dos peritos que compõem o Comitê no começo de março, mas sem consenso sobre uma condenação contra o estado brasileiro. Segundo Chade, a esperança do governo brasileiro era de que o caso jamais fosse aceito para ser avaliado pela ONU. Para isso alegava que a Justiça doméstica estava dando respostas ao processo e que, portanto, recorrer a instâncias internacionais não era adequado.
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FONTE:REDE BRASIL ATUAL
POSTADA POR GOMES SILVEIRA
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