“A intervenção da Justiça Eleitoral [nas eleições] será mínima, porém célere, firme e implacável no sentido de coibir práticas abusivas ou divulgação de notícias falsas ou fraudulentas, principalmente daquelas escondidas no covarde anonimato das redes sociais”.
Moraes também criticou duramente, sem citar nomes, pessoas que utilizam o direito à liberdade de expressão como pretexto para cometer ataques à normalidade democrática do País. "Liberdade de expressão não é liberdade de agressão, não é liberdade de destruição da democracia, de destruição das instituições, de destruição da dignidade, da honra alheias”.
O discurso foi acompanhado pelos chefes dos Três Poderes da República, ex-ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e 22 governadores de Estado, entre eles a governadora do Ceará, Izolda Cela (sem partido). O chefe do Ministério Público Eleitoral e procurador-geral da República, Augusto Aras, também defendeu o sistema de votação brasileiro em fala logo após Moraes sem empossado.
"Estamos irmanados na defesa do sistema eleitoral, no combate à desinformação e aos abusos de quaisquer naturezas, mas sobretudo, estamos atentos e vigilantes na sustentação do regime democrático que se expressa também por meio de eleições livres, justas, diretas e periódicas", afirmou o PGR.
Junto com Alexandre de Moraes, também foi empossado o vice-presidente do TSE, o ministro Ricardo Lewandowski. Os dois serão responsáveis por conduzir as eleições gerais deste ano, marcadas para outubro.
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