Júlio César seguia para casa quando foi atacado pelos atiradores. A Polícia não tem suspeitos FOTO: NATINHO RODRIGUES
De acordo com os levantamentos feitos pelos peritos da Coordenadoria de Criminalística (CC), da Perícia Forense do Ceará (Pefoce), Júlio César de Queiroz foi atingido na nuca, orelha esquerda e costa. O corpo dele apresentava três perfurações de entrada e uma de saída. Nenhuma cápsula de projétil foi encontrado no local, indicando que o vigilante foi morto, provavelmente, a tiros de revólver.
Sem ameaças
Airton César de Queiroz, irmão do vigilante, disse que Júlio César emprestava dinheiro a juro, mas nunca foi informado que ele estivesse sofrendo ameaça de morte por parte dos devedores.
Segundo outros familiares, Júlio César só emprestava dinheiro aos colegas de trabalho, o que, aparentemente, não representaria problemas.
Inspetores da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) fizeram uma varredura na Rua Jorge Acúrcio, à procura de câmeras de segurança, entretanto nenhuma foi encontrada.
As ruas que poderiam ter sido usadas como rota de fuga também foram percorridas. Em nenhuma delas havia câmeras de segurança em condomínios residenciais e estabelecimentos comerciais.
As pessoas arroladas no local de crime não souberam informar sequer a cor do veículo utilizado pelos criminosos, que deixaram a rua em alta velocidade. Ao chegar em casa, Júlio César de Queiroz pretendia ir ao velório de uma tia.
Os familiares do vigilante serão intimados a prestar informações. Até a noite passada não havia suspeitos do crime.
Postada:Gomes Silveira
Edição:Ingrid LimaFonte:DN
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