Johnny Lima matou Ana Rosa Pinheiro Regadas por estrangulamento e a golpes de faca. Ele foi condenado e preso, mas conseguiu fugir FOTO: KLÉBER GONÇALVES
Lima havia fugido no ano passado do Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS), onde cumpria sua pena. "Ele aproveitou uma transferência de presos, quando o presídio estava sendo desativado e fugiu na ´cara-dura´. Saiu pela porta, como se estivesse entre os detentos que iam para outras unidades", afirmou um policial, que participou da investigação e não pode ser identificado.
Segundo informações da CIP, Johnny Lima estava em casa, quando foi abordado pelos policiais. Ele tentou escapar e foi pego, cerca de um quilômetro depois, nas proximidades do Terminal Rodoviário da cidade.
O criminoso, que é natural do Estado de São Paulo, disse que desde que fugiu vivia em Pacajus com sua companheira. Ele contou também, que se mantinha com o dinheiro que ganhou trabalhando dentro do IPPS, enquanto esteve preso.
"Há tempos nós fazíamos levantamentos sobre o paradeiro dele. Já sabíamos dessa mulher que fazia visitas a ele no presídio e começamos a apurar a partir dela, quando ele escapou", disse um dos investigadores.
O caso
Johnny Lima era empregado de Ana Rosa Regadas e tinha sido despedido, cerca de seis meses antes do crime, suspeito de furtar cheques da patroa. No dia 26 de abril de 2008, ele invadiu a casa em que a vítima morava, na Avenida Edilson Brasil, e a matou a golpes de faca. A Perícia Forense do Ceará (Pefoce) também constatou sinais de estrangulamento no corpo de Ana Rosa. O acusado levou joias, um notebook, DVD e um revólver da servidora do TRT. Uma empregada doméstica foi presa no banheiro antes da morte pelo criminoso, mas o reconheceu e informou às autoridades policiais. Johnny foi detido dois dias após o latrocínio, pelo delegado Luiz Carlos Dantas.
Postada:Gomes Silveira
Edição:Ingrid LimaFonte:DN
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