Em 64 cidades cearenses há risco de desabastecimento de oxigênio, conforme secretários municipais. Ainda em andamento, o levantamento do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) tenta diagnosticar a saúde nas localidades neste momento da pandemia da Covid-19. Em todo o País, mais de mil já alegaram risco de falta do material nos hospitais locais.Impasses por falta de material hospitalar não é novo. A empresa White Martins, uma das principais fornecedoras no Ceará, afirmou em 25 de março que conseguiria atender a demanda cearense por até 15 dias. Ou seja, até esta sexta-feira.
Devido à alta demanda, em 14 de março, a A&G Gás informou que não ter mais condições de prover o abastecimento de oxigênio hospitalar e ar comprimido medicinal a Pacatuba, Ocara, Baturité, Guaramiranga, Pacoti, Amontada e Madalena. Com a crise à época, o governador do Estado, Camilo Santana (PT), afirmou que não há escassez de oxigênio, mas problemas logísticos.
9 municípios do Sertão Central estão na lista do Conasems de lugares com risco de desabastecimento. Em relação a Quixadá, que aparece na lista, o prefeito Ricardo Silveira (PSD) informou, no domingo (04), que um tanque para uso de oxigênio em 10 UTIs instaladas pelo Governo Camilo Santana (PT) na Maternidade Jesus Maria e José, havia sido providenciado. A abertura dos leitos, inicialmente programada para 19 de março, foi adiada para este sábado, 10 de abril.
Veja lista de municípios com risco de desabastecimento de oxigênio, segundo o Conasems:
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POSTADA POR GOMES SILVEIRA
FONTE:DIÁRIO DE QUIXADÁ
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